
Olha minha vovó coruja lendo para mim. Taí mais um motivo para ficar coladinho nela e muito feliz!


Olha minha vovó coruja lendo para mim. Taí mais um motivo para ficar coladinho nela e muito feliz!


Tia Dadaya nasceu no aniversário da vovó, que desde então virou duoniversário!
Este ano comemoramos com um almoço com toda a família!
Era preciso ver
o menino maluquinho
na casa da vovó!Ele deitava
e rolava
pintava e bordava
e se empanturrava
de bolo e cocada
E ria
com a boca cheia
e dormia
cansado
no colo da vovó
suspirando de
alegria
E a vovó dizia:
“Esse meu neto
é tão maluquinho”(ZIRALDO EM ‘O MENINO MALUQUINHO”)
“Batatinha quando nasce
se esparrama pelo chão.
Basta à tia eu pedir
que me cante uma canção
que ela vira batatinha
e me põe no coração.”(ZIRALDO EM ‘TIA TE AMO”)

Já aprendi a usar os blocos para montar casinhas e castelos!
Se criar cultura é algo humano, as crianças pequenas também criam, pois elas criam e recriam muitas brincadeiras, reelaboram e resignificam. Elas apropriam-se dos objetos e dos brinquedos de formas diversificadas, mas nem sempre tudo que é por elas modificado supera as expectativas dos adultos.
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Toda semana temos o momento Vivências Corporais na creche. Eu adoro, me empolgo dizem as educadoras que participo com destaque destas atividades!
O corpo e os gestos são fundamentais para a formação geral do ser humano. Desde que nasce, a criança usa a linguagem corporal para conhecer a si mesma, para relacionar-se com seus pais, para movimentar-se e descobrir o mundo. Essas descobertas feitas com o corpo deixam marcas, são aprendizados efetivos, incorporados.
Na verdade, são tesouros que guardamos e usamos como referência quando precisamos ser criativos em nossa profissão e resolver problemas cotidianos. Os movimentos são saberes que adquirimos sem saber, mas que também ficam à nossa disposição para serem colocados em uso.
Esteban Levin
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Aí estou eu no dia das crianças, montado em meu presente. Pacatã, pacatã, pacatã!…
Aproveitar as datas comemorativas, como o Dia das Crianças que se aproxima, para renovar o significado das celebrações é também outra forma de ensinar a garotada a se relacionar de uma forma mais tranqüila e menos ansiosa com o ato da compra.
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Agora pode tomar banho,
Agora pode sentar pra comer,
Agora pode escovar os dentes,
Agora pega o livro, pode ler.
Agora tem que jogar videogame,
Agora tem que assistir TV,
Agora tem que comer chocolate,
Agora tem que gritar pra valer!
Agora pode fazer a lição,
Agora pode arrumar o quarto,
Agora pega o que jogou no chão,
Agora pode amarrar o sapato.
Agora tem que jogar bola dentro de casa,
Agora tem que bagunçar,
Agora tem que sujar de lama,
Agora tem que pular no sofá!
É sinal de educação,
Fazer sua obrigação,
Para ter o seu direito de pequeno cidadão,
É sinal de educação,
Fazer sua obrigação,
Para ter o seu direito de pequeno cidadão.

E o dia 10 de outubro chegou. E eu e mamãe fomos ao SHOW do Pequeno Cidadão no SESC. Foi muito bom! O antes, o durante e o depois!
Vejam um pouco mais:

No palco com as outras crianças

carinho bom na Taciana Barros
Juntos, Arnaldo Antunes, Edgard Scandurra, Taciana Barros e Antonio Pinto brincam de ser crianças em cima de um palco ao apresentarem as 14 canções que fazem parte do álbum Pequeno Cidadão. O trabalho musical, rotulado por seus autores como Música Psicodélica para Crianças, tem letras que falam dos primeiros pepinos existenciais do ser humano, como a difícil hora de largar a chupeta e a obrigação versus diversão. Ainda, são cantados temas como a dor-de-cotovelo, problemas de criança que podem ser carregados até a idade adulta. Além de conscientizar, Pequeno Cidadão coloca as crianças em contato com estilos que vão do popão forró. A reunião dessa turma de amigos com seus próprios filhos brinda a brincadeira de mesclar instrumentos musicais com malabares, profissionalismo de anos de carreira e atuação no palco com brincadeiras de criança em playground e desenhos animados projetados em telão. São guitarra, bateria, piano, pais e filhos misturados a um montão de criaturas encantadas.

A leitura já faz parte de minha vida e é responsável por momentos de muito prazer, como este das imagens!

No dia 3 de outubro participamos eu e mamãe do nosso segundo Mamaço no parque do Ibirapuera. Para dizer a verdade, chegamos atrasados para o desafio em si, mas deu tempo de acompanhar a apresentação do coral de mães “Materna em Canto” e também para que eu brincasse à beça com outros mamíferozinhos e outras mamíferazinhas! Nos intervalos, algumas mamadas para fazer jus ao evento!!!
A Fundação Quintessence promove todo ano o Desfio Internacional de Amamentação. No Brasil, ele é conhecido como `mamaço`.
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No primeiro dia do mês de outubro, estivemos no SESC, mamãe e eu para retirar meu ingresso para o show do Pequeno Cidadão que ocorreria no dia 10. Aproveitei para brincar, pois tenho todo o direito!
O direito da infância à participação, entendendo este como o direito a ser ouvido e a que as suas opiniões sejam tidas em conta – em função da sua idade e da sua maturidade com o maior ou menor peso – é um dos direitos mais inovadores incluídos na Convenção dos Direitos da Criança.
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caetaneando um bate-papo