tardes ludicamente lotadas na creche!

creche

A  fase de dizer “quechi não mamãe, rua!” passou. Ando me divertindo e aprendendo tanto com colegas e educadoras que parece tudo uma festa! Tá bom, vez por outra ainda fico ranheta, mas só um pouquinho!

(…) a criança nem sempre tem clareza do que está sentindo e por que está sentindo. Ao se recusar a ir para a escola, ela não necessariamente está dizendo que não gosta da escola, das professoras, ou que algo ruim esteja acontecendo na instituição. Muitas vezes, podemos perceber que essa recusa em ir para a escola está relacionada a mudanças, por mais simples que sejam, dentro da rotina da criança. A mãe que tem trabalhado até mais tarde, a mudança do berço para a cama, a viagem do pai, a doença de um ente querido, o nascimento de um irmão, a visita de um hóspede em casa, a perda de um brinquedo, a troca da mamadeira pelo copo, a retirada da fralda, entre tantas outras situações que de alguma forma desestabilizam um pouco o dia-a-dia da criança.

A escola passa a ser um elemento que a criança consegue nomear e o usa para tentar demonstrar aos pais que algo a está incomodando.

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visita na casa da vovó

etelvina

No domingo 13 de setembro, como de costume fui para a casa da vovó. Vovó só chegou bem depois, mas lá também estava a D. Etelvina. Nós brincamos e ela me deu de presente este urso divertido! Ela mora em Leme e estava louca para me conhecer! Eu, por minha vez, adorei conhecê-la também!

(…)em nossa cultura ocidental, os valores relacionados ao contato entre velhos e crianças remetem a questões cruciais, tais como: a pertinência do respeito à sabedoria preservada pelos idosos e a construção de seu diálogo com as novas gerações.

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pré-festa

premaluq

Num sábado de Sol, nós três em casa, chegou o chapéu de panela que vou usar na festa de comemoração dos meus 2 anos, que tem como tema o menino maluquinho.  Logo eu fui para o quintal com ela na cabeça e mamãe registrou tudinho!

Era uma vez um menino maluquinho

Ele tinha o olho maior que a barriga

tinha fogo no rabo

tinha vento nos pés

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like mommy and daddy

computerAproveitando a distração de papai e mamãe para trabalhar  no computador como eles dois!

Na medida em que a criança imita os mais velhos em suas atividades padronizadas culturalmente, ela gera oportunidades para o desenvolvimento intelectual. Inicialmente, seus jogos são lembranças e reproduções reais de regras implícitas que dirigem as atividades reproduzidas em seus jogos, a criança adquire um controle elementar do pensamento abstrato. Nesse sentido o brinquedo dirige o desenvolvimento (VIGOTSKY, 2000, p.123).

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marina!!!

marinaNo último dia 7, feriado, minha irmã Marina passou a tarde toda comigo. Fiquei ainda mais apaixonado por ela. E quem nos via, em nossa cumplicidade nem imaginava que passamos tanto tempo longe um do outro!

Independentemente do formato da família, tradicional ou moderno, não há dúvida de que a relação entre irmãos cria referências duradouras. “Os pactos entre eles ensinam a honrar acordos, trocar, dosar rivalidade com solidariedade”, descreve a psicanalista Ana Maria. Os laços de parceria também tendem a ser sérios.

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Charme!

caetanoDe tanto eu brincar com as coisas da mamãe, ela percebeu que fico super charmoso com estas faixas nos cachos! o que você acha?

“É indispensável para o equilíbrio afetivo e intelectual de uma criança que ela tenha a sua disposição uma área de atividade cuja motivação não seja adaptação à realidade mas, ao contrário, assimilação da realidade a seu eu, sem coersão e sem sanções. Esta área é representar” (Piaget, 1962, p.58). Para Winnicott, representar fornece uma zona transicional entre o mundo e o eu, no qual as pessoas podem explorar de uma maneira pró-ativa, ainda segura (Winnicott, 1989)

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alô?!

alo

Agora começo a entender para que serve um telefone. Já troco algumas palavras com quem está do outro lado sem ficar tentando puxar a pessoa pelos buraquinhos, como quase acontecia outrora!

Durante todo o primeiro ano de vida, a criança venceu uma série de etapas do desenvolvimento cognitivo e motor. Deixou de ficar somente deitada, mamando, e passou a se locomover, a manipular objetos e a interagir com o espaço e com as pessoas à sua volta. Está também mastigando, sinal de que sua musculatura oral se tornou mais hábil. Antes, qualquer objeto ia diretamente para a boca ou, então, era jogado para longe. Agora, ela diferencia seus brinquedos, entende que um livro é para ser folheado e sabe que uma maçã deve ser comida. Nesse novo contexto, o pequeno está pronto para ampliar seu vocabulário.

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