tardes ludicamente lotadas na creche!

creche

A  fase de dizer “quechi não mamãe, rua!” passou. Ando me divertindo e aprendendo tanto com colegas e educadoras que parece tudo uma festa! Tá bom, vez por outra ainda fico ranheta, mas só um pouquinho!

(…) a criança nem sempre tem clareza do que está sentindo e por que está sentindo. Ao se recusar a ir para a escola, ela não necessariamente está dizendo que não gosta da escola, das professoras, ou que algo ruim esteja acontecendo na instituição. Muitas vezes, podemos perceber que essa recusa em ir para a escola está relacionada a mudanças, por mais simples que sejam, dentro da rotina da criança. A mãe que tem trabalhado até mais tarde, a mudança do berço para a cama, a viagem do pai, a doença de um ente querido, o nascimento de um irmão, a visita de um hóspede em casa, a perda de um brinquedo, a troca da mamadeira pelo copo, a retirada da fralda, entre tantas outras situações que de alguma forma desestabilizam um pouco o dia-a-dia da criança.

A escola passa a ser um elemento que a criança consegue nomear e o usa para tentar demonstrar aos pais que algo a está incomodando.

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