Rolê pela vila!…

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Caetano agora é um exímio caminhante! E passear pela vila em que moramos com ele é uma delícia (quando se tem tempo!) porque ele parece um explorador do bairro, examinando ladrilhos, andando sobre as linhas coloridas. Lindeza!

Andar a pé pelo bairro

Um passeio a pé calmo e longo pelo bairro, com uma possível parada em uma padaria para um picolé, pode ser bastante divertido para a criança. São coisas que não fazemos no nosso dia a dia. Além disso, este passeio pode fazer com que seu filho aprenda sobre o bairro em que mora.

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a prova do maluquinho!

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Tia Dadaya, super coruja, encomendou uma fantasia de menino maluquinho para eu usar no ‘evento’ do meu aniversário de 2 anos. Olha aí eu, todo encantado,  provando a roupa 2 semanas antes.

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“Quero sair vestido de Homem-Aranha!”. “Vou para a escola de Branca de Neve!”. Crianças entre os 2 e 3 anos adoram andar fantasiadas, sem o menor constrangimento de não estar em uma festa ou dia especial.
A atitude é esperada pelos especialistas porque é nessa fase que elas começam a ter consciência de seu pequeno tamanho e fragilidade. “Como a criança mistura realidade com fantasia, pensar que tem a força de um super-herói ou conseguir enfrentar bruxas malvadas como as princesas ajuda a desenvolver a personalidade e enfrentar os pequenos desafios do dia-a-dia”, explica Cristina Seguim, psicanalista do grupo Materne, uma clínica multidisciplinar de atendimento à infância, com sede em São Paulo. Segundo ela, a fantasia fortalece o ego infantil. Às vezes, não é necessário ser o kit completo, apenas uma capa. E não se preocupe se a idéia de se fantasiar for freqüente. Nessa faixa etária, isso é normal. Já uma criança com mais de 7 anos, que ainda é muito ligada em fantasias, pode sinalizar problemas com a própria identidade.

fonte: Revista Crescer

escola parque do conhecimento SABINA

No último dia 02, aproveitando o feriado, mamãe me levou para conhecer o SABINA (escola parque do conhecimento) aqui em Santo André. Foi muito divertido! Vi pinguins de verdade, um mapa gigante da nossa cidade que eu amei, um multi-instrumento gigante e muito mais!

Ah! Lá  também vi meu sobrenome numa placa, e depois que mamãe me mostrou, fiquei apontando com a maior postura de leitor!

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